Do Rio ao Mar sem lixo!

De acordo com as Nações Unidas, cerca de 80% do lixo marinho tem origem em atividades desenvolvidas em terra e, todos os anos, entre 1.15 e 2.41 milhões de toneladas de lixo chegam ao oceano através dos rios.

Os rios percorrem longas distâncias e ligam quase todas as superfícies terrestres ao oceano, o que faz deles um dos mais importantes campos de batalha na luta contra a lixo marinho. De acordo com o Dr. Christian Schmidt, um dos autores do estudo do Helmholtz Centre for Environmental Research, está provada a ligação entre a quantidade de plástico que chega aos oceanos e o número de resíduos produzidos ao longo do leito dos rios, sobretudo devido à elevada densidade populacional das áreas envolventes e à insuficiência dos sistemas de tratamento de resíduos.

O Lixo Marinho é qualquer material sólido descartado, persistente, manufaturado ou processado, eliminado, abandonado ou perdido no ambiente marinho e costeiro, incluindo materiais transportados para o ambiente marinho pelos rios, através dos sistemas de drenagem e de tratamento de águas residuais ou do vento; tem origem em diferentes fontes terrestres e marítimas e a sua tipologia tem por base os padrões de consumo predominantes. Do lixo marinho fazem parte uma vasta gama de materiais, incluindo plástico, metal, madeira, borracha, vidro e papel, no entanto, os estudos têm demonstrado que cerca de 80% é plástico.

O Lixo Marinho e, em particular, a acumulação de plástico, tem vindo a ser identificado como um dos maiores problemas globais dos nossos tempos. O lixo pode ser transportado pelas correntes dos oceanos, desde a sua origem até longas distâncias, e pode ser encontrado em todos os compartimentos marinhos, mesmo em zonas remotas, tais como ilhas desertas no meio do oceano ou no mar profundo. O lixo marinho tem uma vasta e adversa gama de impactos, quer para a fauna e flora marinhas, quer a nível social, económico e de saúde.

Em 2019, o desafio do Programa Bandeira Azul é continuar a sensibilizar para o facto do lixo marinho ter origem em atividades terrestres, para as consequências dos comportamentos humanos e para o papel dos rios enquanto ponte de ligação entre terra e mar.

De acordo com as Nações Unidas, cerca de 80% do lixo marinho tem origem em atividades desenvolvidas em terra e, todos os anos, entre 1.15 e 2.41 milhões de toneladas de lixo chegam ao oceano através dos rios.

Os rios percorrem longas distâncias e ligam quase todas as superfícies terrestres ao oceano, o que faz deles um dos mais importantes campos de batalha na luta contra a lixo marinho. De acordo com o Dr. Christian Schmidt, um dos autores do estudo do Helmholtz Centre for Environmental Research, está provada a ligação entre a quantidade de plástico que chega aos oceanos e o número de resíduos produzidos ao longo do leito dos rios, sobretudo devido à elevada densidade populacional das áreas envolventes e à insuficiência dos sistemas de tratamento de resíduos.

O Lixo Marinho é qualquer material sólido descartado, persistente, manufaturado ou processado, eliminado, abandonado ou perdido no ambiente marinho e costeiro, incluindo materiais transportados para o ambiente marinho pelos rios, através dos sistemas de drenagem e de tratamento de águas residuais ou do vento; tem origem em diferentes fontes terrestres e marítimas e a sua tipologia tem por base os padrões de consumo predominantes. Do lixo marinho fazem parte uma vasta gama de materiais, incluindo plástico, metal, madeira, borracha, vidro e papel, no entanto, os estudos têm demonstrado que cerca de 80% é plástico.

O Lixo Marinho e, em particular, a acumulação de plástico, tem vindo a ser identificado como um dos maiores problemas globais dos nossos tempos. O lixo pode ser transportado pelas correntes dos oceanos, desde a sua origem até longas distâncias, e pode ser encontrado em todos os compartimentos marinhos, mesmo em zonas remotas, tais como ilhas desertas no meio do oceano ou no mar profundo. O lixo marinho tem uma vasta e adversa gama de impactos, quer para a fauna e flora marinhas, quer a nível social, económico e de saúde.

Em 2019, o desafio do Programa Bandeira Azul é continuar a sensibilizar para o facto do lixo marinho ter origem em atividades terrestres, para as consequências dos comportamentos humanos e para o papel dos rios enquanto ponte de ligação entre terra e mar.